“Um político pensa nas próximas eleições; um estadista nas próximas gerações”
Noel Clarasó
Como respondi ironicamente ao Bayano Vali, na postagem em que o “Desenvolver Moçambique” anunciou o seu apoio à candidatura independente de Daviz Mbepo Simango, nós fazêmo-lo simplesmente porque “SIM”!
SIM, porque este Autarca traduziu a sua governação em transparência, idoneidade, honestidade e sentido de propósito para com a missão que aceitou levar a cabo que é, trabalhar em prol dos seus munícipes e da sua cidade.
Os resultados falam por si, e este carismático lider foi eleito tanto por organismos nacionais, como internacionais, como o “Melhor Autarca Nacional”. Isso explica volumes e, se alguém precisa de alguma prova, é só olharmos para o facto de que o país ainda nem sequer se recompôs da sua não recandidatura pelo seu anterior partido! Como consequência disso, esse partido está a viver uma crise nacional sem precedentes, cujos resultados globais ainda ninguém pode prever! O que sabemos até este momento é que purgas de caudal elevado continuam a ocorrer nas suas lides máximas. Essa é uma prova que ninguém pode refutar em relação àquilo que realmente representava a governação autárquica de Daviz Simango!
Estive pela primeira vez na Beira em 2001. Aquela é uma cidade que os nossos estudantes de Arquitectura deveriam ter a obrigação de visitar antes da sua graduação, tal é a sua beleza e carácter particular dos seus edifícios, suas ruas repletas de rotundas, entre outros (para quem não sabia, Beira é uma cidade que foi “programada”). Fiquei encantado com a Beira, olhando e apreciando as suas imponentes estruturas, sua organização espacial e fundamentalmente, pela diferença enorme que se nota com outras cidades cujos edificios foram nascendo como cogumelos à volta de um quartel ou de um porto. Mas, verdade seja dita, e em contraste, a cidade tinha um ar sombrio, de estagnação mesmo. Não custa muito observar uma cidade com vida e, a Beira dessa altura estava morta. Porque vinha de Chimoio e tinha tido umas noites apertadas ali no “Coqueiro”, pelo menos foi um alento conhecer aquela discoteca espaçosa e animada que era o “Centro Hípico” lá na Manga. Seguindo a lógica económica da cidade, esta também viria a fechar as portas pouco tempo depois.
Nos meados de 2003 voltei a Beira em serviço e dentre outras coisas, conheci o “Oceana”! Fiquei estupefacto com a beleza daquele complexo à beira-mar, que nem em Maputo se podia ver similar, mas para meu desalento, completamente votado ao abandono. O semblante dos citadinos Beirenses era de indivíduos desorientados, sem esperança pelo presente, quanto mais pelo futuro. Mesmo as “damas chiques” lá do Chiveve, não estavam para “nheque-nheques” do tipo vou tomar uma “red’s”, “spin” ou “amarula”! Elas queriam uma “Manica” ou “2M” inteirinha só para elas. Na verdade, uma cidade muito diferente das outras, naquela altura.
Porém, aquando da minha última visita àquela urbe em finais de 2005, a Beira estava transfigurada. Muita construção de edifícios comerciais e habitacionais florescendo por todos os cantos, as ruas sempre preenchidas de gente e as pessoas mais animadas. Era comum, naquela altura, que as pessoas fossem passar os fins de semana nas várias “Quintas” ora construidas lá pelas bandas do Dondo. Ao passar pelo Shoprite, tive por instantes a impressão de estar em Maputo. A Beira era, desde que a tinha conhecido, uma nova cidade, em franco desenvolvimento!
Por isso digo que não me admiro quando se reporta pelos media, o apoio massivo e suporte das verdadeiras bases que a candidatura de Daviz Simango está a receber não só no Município da Beira, mas do país inteiro! Ninguém está em melhor condição de julgar o progresso verificado naquela cidade durante a governação de Daviz Simango, senão os seus próprios munícipes! São esses munícipes que estão, desde o primeiro momento, a “carregar” (como se diz em gíria popular) a candidatura deste homem, porque eles percebem que essa é, acima de tudo, a sua própria candidatura, dos sem voz e a garantia de que terão um Autarca a velar por eles! O país está a viver a partir da Beira, um movimento de cidadania participativa, sem precedentes na história desta nação, que não vê a fronteiras sejam partidárias, religiosas, estatuto social ou quaisquer outros. É isso mesmo, nós cidadãos temos que defender aquilo que julgarmos se adequar com os nossos propósitos! Os eventos recentes nos nossos dois maiores partidos mostraram que ninguém poderá fazer isso por nós, senão nós mesmos!
É altura deste país começar a ter líderes cuja ascenção e manutenção nos pelouros máximos seja verdadeiramente legitimada por aqueles a quem é suposto virem a servir. Enquanto África continuar a ter líderes que sentem que estão no poder e têm consciência que o único crédito da sua eleição são as suas “MacGaivices” eleitorais, então nada os motivará a trabalhar verdadeiramente pelos seus povos e seus países, porque o pressuposto "contrato social" só terá uma assinatura: a deles! O seu “mérito” continuará a residir somente na acumulação de riqueza ilícita e distribuição de favores aos seus vassalos.
É isso que significa esta candidatura: a salvaguarda da democracia, transparência, integridade e dedicação na nossa cultura governativa para servir aos ideais deste povo e não a utilização e legitimação do poder como uma plataforma para satisfazer redes clientelares parasitas e ociosas, que actualmente acham que este país lhes deve algo.
Se já notaram pelos discursos e intervenções deste carismático Autarca, ele não fala como um vulcão arrogante vomitando lavas fumegantes e tóxicas para a sua audiência, fomentando divisionismo e suspeição entre os seus apoiantes e seus possíveis opositores. Com o seu carisma, Daviz tem procurado reforçar e libertar o que há de melhor dentro de nós: o sentido de justiça, trabalho, honestidade e entrega abnegada para que juntos e unidos como a nação Moçambicana e de todos os Moçambicanos, construamos o país que pretendemos para nós, nossos filhos e para as gerações vindouras!
A frase “Daviz é nosso” ouvida pelo Prof. Carlos Serra na sua breve visita àquela cidade e durante uma conversa com os arrumadores de malas no Aeroporto daquela urbe, encorpa e elucida como a governação de um líder político pode se enraizar, ser interiorizada e se reflectir na pessoa e na vida dos seus munícipes! Esses são factos e não ficções!
Por isso, o “Desenvolver Moçambique”, manifesta o seu apoio incondicional à candidatura independente de Daviz Simango, cientes de que estamos do lado certo da história!
FORÇA DAVIZ SIMANGO, RUMO A VITÓRIA!
“O meu ideal político é a democracia, para que todo o homem seja respeitado como indivíduo e nenhum venerado”
Albert Einstein
Noel Clarasó
Como respondi ironicamente ao Bayano Vali, na postagem em que o “Desenvolver Moçambique” anunciou o seu apoio à candidatura independente de Daviz Mbepo Simango, nós fazêmo-lo simplesmente porque “SIM”!
SIM, porque este Autarca traduziu a sua governação em transparência, idoneidade, honestidade e sentido de propósito para com a missão que aceitou levar a cabo que é, trabalhar em prol dos seus munícipes e da sua cidade.
Os resultados falam por si, e este carismático lider foi eleito tanto por organismos nacionais, como internacionais, como o “Melhor Autarca Nacional”. Isso explica volumes e, se alguém precisa de alguma prova, é só olharmos para o facto de que o país ainda nem sequer se recompôs da sua não recandidatura pelo seu anterior partido! Como consequência disso, esse partido está a viver uma crise nacional sem precedentes, cujos resultados globais ainda ninguém pode prever! O que sabemos até este momento é que purgas de caudal elevado continuam a ocorrer nas suas lides máximas. Essa é uma prova que ninguém pode refutar em relação àquilo que realmente representava a governação autárquica de Daviz Simango!
Estive pela primeira vez na Beira em 2001. Aquela é uma cidade que os nossos estudantes de Arquitectura deveriam ter a obrigação de visitar antes da sua graduação, tal é a sua beleza e carácter particular dos seus edifícios, suas ruas repletas de rotundas, entre outros (para quem não sabia, Beira é uma cidade que foi “programada”). Fiquei encantado com a Beira, olhando e apreciando as suas imponentes estruturas, sua organização espacial e fundamentalmente, pela diferença enorme que se nota com outras cidades cujos edificios foram nascendo como cogumelos à volta de um quartel ou de um porto. Mas, verdade seja dita, e em contraste, a cidade tinha um ar sombrio, de estagnação mesmo. Não custa muito observar uma cidade com vida e, a Beira dessa altura estava morta. Porque vinha de Chimoio e tinha tido umas noites apertadas ali no “Coqueiro”, pelo menos foi um alento conhecer aquela discoteca espaçosa e animada que era o “Centro Hípico” lá na Manga. Seguindo a lógica económica da cidade, esta também viria a fechar as portas pouco tempo depois.
Nos meados de 2003 voltei a Beira em serviço e dentre outras coisas, conheci o “Oceana”! Fiquei estupefacto com a beleza daquele complexo à beira-mar, que nem em Maputo se podia ver similar, mas para meu desalento, completamente votado ao abandono. O semblante dos citadinos Beirenses era de indivíduos desorientados, sem esperança pelo presente, quanto mais pelo futuro. Mesmo as “damas chiques” lá do Chiveve, não estavam para “nheque-nheques” do tipo vou tomar uma “red’s”, “spin” ou “amarula”! Elas queriam uma “Manica” ou “2M” inteirinha só para elas. Na verdade, uma cidade muito diferente das outras, naquela altura.
Porém, aquando da minha última visita àquela urbe em finais de 2005, a Beira estava transfigurada. Muita construção de edifícios comerciais e habitacionais florescendo por todos os cantos, as ruas sempre preenchidas de gente e as pessoas mais animadas. Era comum, naquela altura, que as pessoas fossem passar os fins de semana nas várias “Quintas” ora construidas lá pelas bandas do Dondo. Ao passar pelo Shoprite, tive por instantes a impressão de estar em Maputo. A Beira era, desde que a tinha conhecido, uma nova cidade, em franco desenvolvimento!
Por isso digo que não me admiro quando se reporta pelos media, o apoio massivo e suporte das verdadeiras bases que a candidatura de Daviz Simango está a receber não só no Município da Beira, mas do país inteiro! Ninguém está em melhor condição de julgar o progresso verificado naquela cidade durante a governação de Daviz Simango, senão os seus próprios munícipes! São esses munícipes que estão, desde o primeiro momento, a “carregar” (como se diz em gíria popular) a candidatura deste homem, porque eles percebem que essa é, acima de tudo, a sua própria candidatura, dos sem voz e a garantia de que terão um Autarca a velar por eles! O país está a viver a partir da Beira, um movimento de cidadania participativa, sem precedentes na história desta nação, que não vê a fronteiras sejam partidárias, religiosas, estatuto social ou quaisquer outros. É isso mesmo, nós cidadãos temos que defender aquilo que julgarmos se adequar com os nossos propósitos! Os eventos recentes nos nossos dois maiores partidos mostraram que ninguém poderá fazer isso por nós, senão nós mesmos!
É altura deste país começar a ter líderes cuja ascenção e manutenção nos pelouros máximos seja verdadeiramente legitimada por aqueles a quem é suposto virem a servir. Enquanto África continuar a ter líderes que sentem que estão no poder e têm consciência que o único crédito da sua eleição são as suas “MacGaivices” eleitorais, então nada os motivará a trabalhar verdadeiramente pelos seus povos e seus países, porque o pressuposto "contrato social" só terá uma assinatura: a deles! O seu “mérito” continuará a residir somente na acumulação de riqueza ilícita e distribuição de favores aos seus vassalos.
É isso que significa esta candidatura: a salvaguarda da democracia, transparência, integridade e dedicação na nossa cultura governativa para servir aos ideais deste povo e não a utilização e legitimação do poder como uma plataforma para satisfazer redes clientelares parasitas e ociosas, que actualmente acham que este país lhes deve algo.
Se já notaram pelos discursos e intervenções deste carismático Autarca, ele não fala como um vulcão arrogante vomitando lavas fumegantes e tóxicas para a sua audiência, fomentando divisionismo e suspeição entre os seus apoiantes e seus possíveis opositores. Com o seu carisma, Daviz tem procurado reforçar e libertar o que há de melhor dentro de nós: o sentido de justiça, trabalho, honestidade e entrega abnegada para que juntos e unidos como a nação Moçambicana e de todos os Moçambicanos, construamos o país que pretendemos para nós, nossos filhos e para as gerações vindouras!
A frase “Daviz é nosso” ouvida pelo Prof. Carlos Serra na sua breve visita àquela cidade e durante uma conversa com os arrumadores de malas no Aeroporto daquela urbe, encorpa e elucida como a governação de um líder político pode se enraizar, ser interiorizada e se reflectir na pessoa e na vida dos seus munícipes! Esses são factos e não ficções!
Por isso, o “Desenvolver Moçambique”, manifesta o seu apoio incondicional à candidatura independente de Daviz Simango, cientes de que estamos do lado certo da história!
FORÇA DAVIZ SIMANGO, RUMO A VITÓRIA!
“O meu ideal político é a democracia, para que todo o homem seja respeitado como indivíduo e nenhum venerado”
Albert Einstein